As grandes feiras do agronegócio são pilares fundamentais para o desenvolvimento econômico, tecnológico e social do setor, e Fabio Jose Gentil Pereira Rosa, secretário de estado da agricultura e pecuária do Maranhão, informa que eventos como Expoema e Expoimp representam muito mais do que vitrines de produtos: são espaços de troca de conhecimento, inovação, capacitação e fortalecimento da cadeia produtiva. Compreender como essas feiras são preparadas ajuda produtores, empresas, pesquisadores e gestores públicos a aproveitarem ao máximo suas oportunidades.
Para quem deseja participar das próximas edições ou ampliar sua presença no agronegócio, Fabio Jose Gentil Pereira Rosa incentiva o engajamento em eventos estruturados e alinhados ao desenvolvimento rural do Maranhão.
Venha neste artigo compreender como é esta organização e o que esperar dessas feiras que são tão importantes para o empreendimento e agronegócio.
A importância estratégica das grandes feiras agropecuárias
Feiras agropecuárias são eventos complexos que reúnem milhares de visitantes, centenas de expositores e uma ampla programação técnica. Elas movimentam a economia local, fortalecem o turismo, criam oportunidades de negócios e promovem atualizações sobre tecnologias e práticas sustentáveis.
A Expoema e a Expoimp, por exemplo, são consideradas referências no Nordeste para apresentação de máquinas, demonstrações zootécnicas, julgamentos, exposições de raças, seminários e rodadas de negócios. Conforme apresenta Fabio Jose Gentil Pereira Rosa, o papel dessas feiras vai além da exposição comercial: elas ajudam a orientar decisões técnicas, estimular investimentos e ampliar a integração entre produtores, pesquisadores e governo.
Junto a isso, essas feiras oferecem um espaço valioso para discutir políticas públicas, apresentar programas governamentais, divulgar tecnologias sociais e aproximar pequenos produtores de oportunidades antes inacessíveis.
Etapas de preparação e bastidores da organização
Organizar um evento de grande porte exige planejamento robusto e coordenação entre diversas áreas. Segundo o secretário Fabio Jose Gentil Pereira Rosa, as etapas mais importantes envolvem o alinhamento logístico, a definição da programação técnica e a estruturação dos espaços que receberão animais, máquinas, empresas e visitantes.

A preparação começa meses antes, com a escolha dos temas centrais do evento, dos parceiros institucionais e das empresas patrocinadoras. É necessário organizar auditórios, arenas, baias, estandes, áreas de convivência e espaços destinados a capacitações. Tudo isso deve atender a normas sanitárias, de segurança e de bem-estar animal, especialmente em feiras que envolvem competições, julgamentos e exposição de bovinos, equinos e ovinos.
Outro ponto fundamental é a curadoria técnica da programação. Fabio Jose Gentil Pereira Rosa destaca que é preciso definir palestras, minicursos, oficinas e debates com foco nas principais demandas do momento: tecnologias sustentáveis, manejo de pastagens, irrigação, bioinsumos, genética animal, agricultura familiar, crédito rural, entre outros.
A presença de universidades, instituições de pesquisa, cooperativas e órgãos estaduais também fortalece a qualidade das discussões, garantindo que o público receba informações atualizadas e confiáveis.
Atrações, experiências e oportunidades de negócio
Além do conteúdo técnico, as feiras do agronegócio precisam oferecer experiências completas. Isso inclui atrações culturais, gastronomia regional, apresentações folclóricas e espaços para interação com animais. Essas atividades ajudam a atrair famílias, fortalecer o turismo e ampliar a circulação econômica durante o período do evento.
Fabio Jose Gentil Pereira Rosa elucida que a variedade de expositores, que vai desde grandes empresas de máquinas agrícolas até pequenos produtores da agricultura familiar, é um dos pontos mais importantes para garantir diversidade e oportunidades de negócio. Cada edição costuma gerar milhões de reais em negociações diretas ou futuras, impulsionando setores como pecuária, insumos, alimentação, serviços e tecnologia rural.
Outro destaque está nas competições e julgamentos de raças, que valorizam o trabalho de criadores e ajudam a difundir padrões zootécnicos de qualidade. Para o setor equino, por exemplo, essas feiras funcionam como palco de visibilidade e troca de informações entre criadores, veterinários e treinadores.
Impactos sociais, econômicos e institucionais
A realização de feiras como Expoema e Expoimp envolve não apenas produtores e empresas, mas também políticas públicas integradas. Essas feiras fortalecem cadeias produtivas, estimulam o empreendedorismo rural, apoiam jovens profissionais e ampliam o alcance de programas governamentais voltados ao desenvolvimento agrícola.
Conforme evidencia o secretário Fabio Jose Gentil Pereira Rosa, eventos bem organizados ajudam a conectar tecnologias às necessidades reais do campo, dando visibilidade a iniciativas estaduais e facilitando a aproximação entre o poder público e os produtores. Além disso, geram empregos temporários, aumentam o fluxo turístico e movimentam hotéis, restaurantes, transportes e comércio local.
A força das feiras que impulsionam o agro
As grandes feiras agropecuárias são fundamentais para promover inovação, capacitação e integração no setor rural. A Expoema, a Expoimp e outros eventos semelhantes mostram que o agronegócio cresce quando produtores, empresas, governo e sociedade se conectam em ambientes estruturados de conhecimento e oportunidade.
Tal como considera Fabio Jose Gentil Pereira Rosa, participar dessas feiras significa acompanhar tendências, ampliar visão estratégica e fortalecer a agricultura maranhense em direção a um futuro mais produtivo, sustentável e integrado.
Autor: Nikita Cherkasov