• Home
  • Notícias
  • Beleza
  • Moda
  • Sobre Nós
Reading: Regulação, acesso e dignidade: Entenda qual é o papel do Estado no setor funerário
Compartilhar
Fashion Moda Notícias
Fashion Moda NotíciasFashion Moda Notícias
Font ResizerAa
  • Home
  • Notícias
  • Beleza
  • Moda
  • Sobre Nós
Search
  • Home
  • Notícias
  • Beleza
  • Moda
  • Sobre Nós
Fashion Moda Notícias > Blog > Notícias > Regulação, acesso e dignidade: Entenda qual é o papel do Estado no setor funerário
Notícias

Regulação, acesso e dignidade: Entenda qual é o papel do Estado no setor funerário

Diego Velázquez
Diego Velázquez 11 de fevereiro de 2026 5 Min de leitura
Compartilhar
5 Min de leitura
Tiago Schietti explica o papel do Estado na regulação do setor funerário.
Tiago Schietti explica o papel do Estado na regulação do setor funerário.
Compartilhar

A relação entre serviços funerários e políticas públicas é mais profunda do que muitas pessoas imaginam, conforme avalia Tiago Schietti. Embora o atendimento funerário seja frequentemente associado à iniciativa privada, ele está diretamente ligado a decisões do poder público, normas regulatórias e responsabilidades sociais que envolvem saúde, urbanismo, meio ambiente e dignidade humana. Trata-se de um serviço essencial, que precisa funcionar de forma contínua, organizada e acessível à população.

Contents
O serviço funerário como atividade de interesse públicoAcesso da população aos serviços funeráriosPolíticas públicas e planejamento urbanoPontos de interseção entre setor funerário e políticas públicasDesafios na relação entre poder público e setor funerárioServiços funerários como parte da política de dignidade humana

Entender essa relação é fundamental para compreender como o setor funerário se estrutura, quais são seus limites de atuação e de que forma políticas públicas bem definidas podem contribuir para um atendimento mais justo, transparente e alinhado às necessidades da sociedade.

O serviço funerário como atividade de interesse público

De acordo com Tiago Schietti, os serviços funerários são considerados atividades de interesse público, pois atendem a uma necessidade coletiva inevitável. Independentemente do modelo de gestão adotado, seja público, privado ou misto, sua operação precisa seguir regras claras que garantam respeito, segurança sanitária e dignidade no atendimento às famílias.

Cabe ao poder público estabelecer diretrizes que assegurem o funcionamento adequado do setor, definindo normas para concessões, autorizações, fiscalização e prestação do serviço. Essas políticas buscam evitar abusos, assegurar padrões mínimos de qualidade e garantir que a população tenha acesso a serviços essenciais, inclusive em situações de vulnerabilidade social.

Acesso da população aos serviços funerários

Um desafio central das políticas públicas relacionadas ao setor funerário é garantir o acesso universal aos serviços, especialmente para famílias em situação de vulnerabilidade econômica. Em muitos municípios, o poder público oferece assistência funerária básica, assegurando o direito a uma despedida digna independentemente da condição financeira.

Regulação e dignidade no setor funerário avaliadas por Tiago Schietti.
Regulação e dignidade no setor funerário avaliadas por Tiago Schietti.

Esse apoio social exige planejamento, orçamento e integração entre secretarias de assistência social, saúde e administração. Na análise de Tiago Schietti, quando bem executado, esse serviço reduz desigualdades e evita que famílias enfrentem situações ainda mais traumáticas em momentos de perda.

Por outro lado, a ausência ou precariedade dessas políticas pode gerar exclusão, informalidade e sobrecarga emocional e financeira para quem já se encontra fragilizado.

Políticas públicas e planejamento urbano

A relação entre serviços funerários e políticas públicas também se manifesta de forma clara no planejamento urbano. A gestão de cemitérios, a expansão urbana, as restrições ambientais e a escassez de espaço nos grandes centros exigem decisões estratégicas do poder público.

Sem planejamento adequado, surgem conflitos relacionados ao uso do solo, impactos ambientais e dificuldade de ampliação ou modernização das estruturas existentes. Nesse contexto, políticas públicas precisam considerar alternativas como verticalização de cemitérios, ampliação de crematórios e integração do setor funerário às discussões urbanas de longo prazo.

Para Tiago Schietti, essas decisões impactam diretamente a operação das empresas e a experiência das famílias atendidas.

Pontos de interseção entre setor funerário e políticas públicas

Alguns temas evidenciam de forma clara como o setor funerário depende de políticas públicas bem definidas:

  • Regulação e fiscalização dos serviços funerários;
  • Assistência funerária para populações vulneráveis;
  • Normas sanitárias e ambientais;
  • Planejamento e gestão de espaços cemiteriais;
  • Concessões, permissões e modelos de gestão;
  • Transparência e defesa do consumidor;
  • Qualificação profissional e condições de trabalho.

Esses pontos mostram que o setor funerário não atua de forma isolada, mas integrado a uma rede de responsabilidades públicas.

Desafios na relação entre poder público e setor funerário

Apesar da importância dessa relação, ainda existem desafios significativos, como pontua Tiago Schietti. A falta de padronização entre municípios, a burocracia excessiva ou, em alguns casos, a ausência de regulamentação clara dificultam o desenvolvimento do setor e comprometem a qualidade do serviço.

Além disso, mudanças políticas frequentes podem gerar instabilidade regulatória, impactando investimentos, planejamento de longo prazo e inovação. Para o setor funerário, isso exige capacidade de adaptação e diálogo constante com o poder público.

Serviços funerários como parte da política de dignidade humana

No fim, a relação entre serviços funerários e políticas públicas está diretamente ligada à forma como a sociedade enxerga a dignidade humana. Garantir uma despedida respeitosa, segura e acessível não é apenas uma questão de mercado, mas de cidadania. Quando políticas públicas reconhecem essa importância e atuam de forma integrada com o setor funerário, os benefícios se estendem para toda a sociedade. 

Autor: Nikita Cherkasov

Tag:O que aconteceu com Tiago Oliva SchiettiQuem é Tiago Oliva SchiettiTiago Oliva SchiettiTiago Oliva Schietti CVMTiago SchiettiTiago Schietti CVMTudo sobre Tiago Oliva Schietti
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Email Print
Dr. Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues
A inteligência artificial vai substituir os radiologistas ou torná-los ainda mais importantes? 
Notícias
Sigma Educação
Como a leitura fortalece a autonomia intelectual dos estudantes? Entenda com a Sigma Educação
Notícias
Tendências de beleza para 2026 apostam em pele natural e expressão autoral
Beleza
Indústria têxtil brasileira projeta crescimento moderado em 2026 em cenário de cautela
Notícias
Fashion Moda Notícias

POPULARES

Tendências de beleza em alta em 2026: o avanço do skinimalismo sofisticado, cabelos com brilho espelhado e ativos de alta performance
25 de junho de 2026
Moda verão 2026/27: transparência, alfaiataria leve e o “butter yellow” dominam as tendências globais
25 de junho de 2026

SOBRE

Fashion Moda é o seu destino principal para tudo relacionado ao mundo da moda. Oferecemos as últimas tendências, análises de estilo, e dicas essenciais para você estar sempre atualizado no universo fashion

© Fashion Moda – [email protected] – tel.(11)91754-6532

  • Home
  •  Quem Faz
  • Contato
  • Sobre Nós
  • Notícias
Reading: Regulação, acesso e dignidade: Entenda qual é o papel do Estado no setor funerário
Compartilhar
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?